sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Estou num video da Piikuliina ♥

Piikuliina é uma youtuber alemã que conheci há alguns meses, quando procurava por vídeos com dicas de estudos  e me deparei com o dela. Seu canal é super variado e com muito conteúdo legal, não tão convencional com apenas os mesmo temas "make-roupa-cabelo-bla-bla-bla" como tantos outros.
Recentemente, ela postou um vídeo convidando seus subscribers a mandarem vídeos dizendo o que desejavam neste natal. Ela incorporaria esses vídeos em um especial de fim de ano.Claro que enviei o meu.
Essa semana ela postou! Fiquei morrendo de vergonha da minha parte, meu inglês não tá lá essas coisas e me embananei um pouco, mas valeu a intenção.

Apareço nos 4 minutos e 42 segundos.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Love & Mercy


 Quem entrar aqui nesses últimos tempos deve pensar que meu blog se transformou unicamente sobre filmes musicais, haha. É que esse é um dos meus assuntos preferidos e, ultimamente, o estilo de cinema que mais tenho assistido...

Tanto que recentemente assisti ao filme sobre o Brian Wilson, dos Beach Boys, e adorei.

Tenho de reconhecer que, a princípio, a motivação que me fez saber a existência de "Love & Mercy" foi egocêntrica. É claro que eu já conhecia os Beach Boys e curtia muito o som deles, mas algo que sempre achei muito legal foi o fato de eu fazer aniversário no mesmo dia de Brian Wilson. Aí outro dia, pesquisando sobre pessoas famosas com o tipo de personalidade INFJ (que, de acordo com um teste que fiz, é o meu tipo), além de saber que possivelmente George Harrison tinha, também me deparei com o nome de Brian Wilson, e achei isso muito curioso, ainda mais por ser um tipo "raro" de personalidade. Fiquei então muito interessada em saber mais sobre ele e passei a pesquisar se havia algum livro ou filme sobre sua vida. Foi quando me deparei com "Love & Mercy".


A história mostra dois momentos distintos na vida de Brian: nos anos 60, com os Beach Boys, e no final dos anos 80/início dos 90, debilitado e sofrendo abuso psicológico de seu psiquiatra, Dr. Eugene Landy, época em que conhece Melinda Ledbetter. Brian e Melinda se apaixonam, passam a se encontrar esporadicamente e, nesse ínterim, Melinda vai percebendo a influência negativa que Landy exerce sobre Brian.  Paralelo à isso, vemos o processo produtivo de discos dos Beach Boys, o crescente perfeccionismo de Brian e sua torrente criativa, além da relação cada vez mais conflituosa com o resto da banda. Esses foram os momentos que mais gostei no filme. Vê-lo dirigindo músicos de estúdio, criando sem parar, tentando transformar em música tudo o que ouvia dentro de sua cabeça... encantador e inquietante ao mesmo tempo.

Em alguns momentos me identifiquei com a história de Brian, principalmente no sentido de ter de lidar  com pessoas manipuladoras e abusivas. Fiquei com muita dó de imaginar o quanto uma alma sensível e perturbada como a dele pode ter sofrido, ainda mais sabendo que ele ficou mais de dois anos na cama, incapaz de levar sua vida e obra adiante. De cortar o coração.

O filme tem um final bonito e real, valeu a pena assistí-lo. Mais um pra lista dos meus preferidos.

E essa música linda...

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Música linda...



Eu apenas queria que você soubesse 
Que aquela alegria ainda está comigo 
E que a minha ternura não ficou na estrada 
Não ficou no tempo presa na poeira
 Eu apenas queria que você soubesse 
Que esta menina hoje é uma mulher
 E que esta mulher é uma menina 
Que colheu seu fruto flor do seu carinho
 Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta 
Que hoje eu me gosto muito mais
 Porque me entendo muito mais também 
E que a atitude de recomeçar é todo dia toda hora 
É se respeitar na sua força e fé 
E se olhar bem fundo até o dedão do pé
 Eu apenas queria que você soubesse 
Que essa criança brinca nesta roda 
E não teme o corte das novas feridas
Pois tem a saúde que aprendeu com a vida...

terça-feira, 27 de outubro de 2015

"Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" - o "pior filme da história do rock" que se tornou um dos meus FAVORITOS!




Quando eu era pré-adolescente e estava me aprofundando mais no Rock e suas histórias, vivia fuçando nas revistas e livros antigos do meu pai. Uma dessas revistas era  a "Video Clip", que servia como um catálogo dos filmes e séries relacionados a rock que existiam por aí. Eu gostava muito dela pois, na mesma época, passava no Canal 21 o seriado "The Monkees", e através da revista eu podia ver as sinopses dos episódios antes mesmo de assistí-los (era pré internet!).
Num dos artigos dessa revista tinha uma citação ao filme "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band", comentando que pouco tinha a ver com o álbum dos Beatles e que possivelmente era (sonoplastia de suspense...) O PIOR FILME DE ROCK DA HISTÓRIA!  (oooh!!)

É claro que fiquei super curiosa para conferir se era toda essa catástrofe mesmo, ainda mais em se tratando de algo homônimo ao meu disco preferido dos Beatles. Mas, como eu disse antes, ainda era a era pré internet e não tinha como eu encontrar facilmente esse filme, mesmo porque ele era considerado raridade (foi um fiasco tão grande na época que nem sequer tinha sido lançado em VHS).

Anos e anos se passaram e eu praticamente esqueci da existência desse longa. Até que um dia estava eu vendo umas fotos de uma discoteca e percebi numa parede um poster desse filme sendo usado como decoração. Achei o fato super curioso, e isso acabou me despertando novamente a curiosidade. Resolvi baixá-lo e ver de uma vez por todas se todo o falatório negativo tinha um fundo de verdade.

Oh boy, how those people were wrong! Bom, pelo menos na minha opinião, porque...

EU AMEI ESSE FILME!!

A fotografia, o enredo, os personagens, as danças tão lindamente coreografadas, a trilha sonora (obviamente)... tudo me encantou!

Os "atores" principais são nada mais nada menos que Bee Gees e Peter Frampton. A história gira em
torno da nova versão da banda Sgt. Pepper's e sua busca pela fama e dinheiro, ao mesmo tempo que, paralelamente, precisam salvar sua cidadezinha natal do domínio da vulgaridade e devassidão. Nesse ínterim, personagens baseados em letras variadas de músicas dos Beatles (não apenas do disco Sgt... como de anteriores e posteriores)  surgem para adicionar doses de estranheza e humor.

Além disso, o filme conta com participações especiais de Alice Cooper, Aerosmith, Earth Wind and Fire e muitos outros grandes nomes (fiquei surpresa em descobrir que esse filme foi a origem da famosa versão de "Come Together" do Aerosmith, que eu já conhecia,  mas até entao não tinha idéia do porquê eles a terem regravado).

Achei a atuação dos músicos muito boa (considerando que não são atores profisionais), principalmente dos Bee Gees, os cenários muito bem feitos e o enredo coeso.
A cena final, com muitos e muitos músicos cantando a música tema do filme me deixou elétrica e lembrou muito finais de filmes como "Blues Brothes" (que é um dos musicais que mais amo nessa vida!).


Amei, amei, amei. Só consigo dizer isso. Acredito que toda a antipatia a esse longa seja devida à época em que foi lançado, talvez o público acreditasse que estavam sendo oportunistas com o nome dos Beatles, sei lá. Fato é que esse filme me surpreendeu, entrou para o rol dos meus preferidos e, na minha opinião, merecia muito mais respeito.

Achei um milhão de vezes melhor que aquela merda de "Across the Universe" (que, ironicamente, meio mundo gosta, eca).


terça-feira, 4 de agosto de 2015

Filme Cássia Eller

 

"Música pra mim foi uma fuga da minha incapacidade de viver socialmente com as pessoas (...) foi uma fuga da minha timidez. Eu tenho vergonha das pessoas, eu tenho medo das pessoas... eu tenho medo de gente, só com as pessoas que eu tenho muita intimidade é que eu consigo me abrir mais (...) fora disso, eu só tenho medo." 

Poderia perfeitamente ser algo escrito/dito por mim, mas saiu da boca de Cássia Eller, logo no início de seu documentário. Me identifiquei tanto que na hora senti até um aperto na garganta. 

Eu sempre gostei das músicas da Cássia, apesar de não me aprofundar em sua discografia. Lembro bem dela no Rock in Rio, no Acústico MTV e de quando ela faleceu, em 2001 (não esqueço de quando vi a notícia num daqueles plantões assustadores da Globo). Então foi com curiosidade que fiquei sabendo que sairia um documentário sobre ela no início desse ano (afinal, adoro esse tipo de filme!). Mas só tive chance de assistí-lo recentemente.

Se logo no início do filme eu já me identifiquei totalmente com a personalidade dela, ao longo da narrativa me encantei cada vez mais com os fatos/acontecimentos de sua vida. Não é preciso dizer o quanto ela era uma figura controversa/chocante/etc. Mas o mais legal da narrativa é ver o quanto ela se desenvolveu como artista, suas relações pessoais, a influência dos amigos em sua carreira, seu amor enorme pelo filho e esposa... enfim, achei que o filme fez jus à pessoa sem ser pedante e muito menos tendencioso.

Passei a admirar mais ainda a Cássia, não só como cantora, mas também como pessoa. Alguém que sentiu na pele o quanto é difícil ser uma pessoa tímida e insegura num mundo extrovertido e exigente demais, mas que mesmo assim seguiu fazendo o que amava e amando as pessoas ao seu redor.

Já assisti três vezes, haha.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

CD "Um presente especial" - Mixtape #9

Entre o final de 2001 e início de 2002 tinha uma propaganda de cd's que sempre passava na tv e eu adorava ver: era da coleção "Moments Of Love".

As músicas pareciam ser muito legais, algumas até eu ouvia vez ou outra no rádio... enfim, eu queria muito essa coleção. Só meus pais não concordaram em comprar, acharam muito cara, etc.

Aí, uns meses depois, eles apareceram em casa com um CD que tinha sido bem mais barato e com várias das músicas que tinham nessa coleção! O nome dele era "Um presente especial". Fiquei super feliz e o coloquei várias vezes pra tocar. Praticamente todas as faixas marcaram algum momento meu em 2002. Depois o tempo foi passando, ouvi cada vez menos o CD... me mudei e nunca mais encontrei o bendito nas minhas coisas. Meus pais não se lembram se venderam/emprestaram/perderam/whatever. Acabei deixando isso de lado, fui ouvir outras coisas.

Então, no meu aniversário desse ano, estava eu com minha mãe em uma loja e começou a tocar "Lady Love", uma das músicas do tal CD. Me deu uma saudade muito doida de ouvi-lo, mas mais uma vez não o encontrei.

Foi então que tive a idéia de puxar pela memória a lista de músicas que tinha nele e montar uma mixtape. E foi isso o que fiz!


(Download AQUI)

A capa eu "recriei" lembrando mais ou menos como era a original. Sei que tinha um arranjo de flores e um tipo de etiqueta com as indicações "De:" e "Para:", próprio para ser usado como um presente (como o título diz, dã!). A contra-capa eu fiz livremente, porque lembro que a original também só tinha a lista de faixas, bem simples (e lembro ainda que tinha uns errinhos de digitação e em algumas músicas faltava a indicação do intérprete, haha!).

Na lista do 8tracks não pude colocar a última faixa, a versão de "Yesterday" cantada pelo Ray Charles, porque o site não deixa incluir mais de duas músicas do mesmo artista numa só mixtape (chatice), mas tem ela na pasta de download e aqui você também pode ouvir:

Pelo que me lembro, acredito que consegui remontar o CD da forma mais fiel possível, até na ordem das músicas. Espero que gostem.

domingo, 2 de agosto de 2015

Bordado Star Wars

Já tem um tempo que fiz esse bordado pro meu marido e coincidiu bem com a época que lançaram o trailer do próximo filme da saga. Achei que seria legal postar as fotos aqui...

Boba Fett
Jabba The Hutt

 

Darth Vader
Stormtrooper 

sábado, 1 de agosto de 2015

Olha eu aqui outra vez

Olá!

Continuo cansadíssima da internet e redes sociais em geral... mas me deu saudade de postar, de ter meu canto pra escrever minhas opiniões sobre quaisquer assuntos sem preocupações... vi coisas legais recentemente e tive muita vontade de compartilhar... então pensei que não há mal nenhum em vir vez ou outra escrever aqui sem compromisso, sem grandes cobranças para comigo mesma.

Ademais, sei que tem gente legal que vinha aqui de vez em quando, e isso me anima a pensar que não estou falando sozinha...

Então é isso: vou postar esporadicamente, sem me expor muito, claro, mas compartihando uma coisa ou outra que eu considerar interessante.

Pra ilustar minha volta, uma musiquinha que me veio à mente quando senti vontade de voltar (a letra tem bastante a ver, tirando a parte do "nóis enganemo vocêis, fingimos que fumos e vortemos", porque, né, eu nunca enganaria ninguém e não estava mesmo a fim de postar mais, mas agora estou e pronto, haha!)

 "Nóis tava indo 
(tava quase lá)
E arresorvemo
 (vortemos prá cá)
E agora, nóis vai ficar fregueis 
Ói nóis aqui traveis!"

sexta-feira, 17 de abril de 2015

"Eu não vou dizer o que realmente penso"

Não sou mais a mesma. Pelo menos no sentido de me expor. Não vejo mais graça em compartilhar fatos da minha vida, nem muito menos mostrar as coisas que gosto. Nas últimas vezes em que postei aqui no blog, não consegui parar de pensar em coisas como: "por que estou compartilhando isso?  Que interesse alguém teria em saber se tenho ouvido ABBA ou estudado russo? Qual o sentido de me expor assim?" 

Eu juro que queria escrever mais. Quem acompanha(va) meu blog sabe que freqüência nunca foi meu forte, mas ainda assim vez ou outra eu vinha com algum post novo. Mas não vejo mais razão alguma pra manter isso aqui. Não me sinto inspirada pra escrever textos pseudo filosóficos, não quero compartilhar coisas sobre minha rotina nem sobre meus gostos/vontades. Parece que nada mais disso faz sentido pra mais ninguém além de mim.  Esse é o motivo pelo qual já fechei e reabri meu blog inúmeras vezes desde o ano passado.

Sempre gostei de pessoas que compartilhavam detalhes sobre sua vida, sua história, etc. Sempre também amei redes sociais e afins. Mas com o tempo toda essa interação passou a me fazer sentir uma pressão  de ter de obrigatoriamente postar alguma coisa, participar ativamente, deixar alguma marca minha nas internês. Só essa sensação me causou um cansaço terrível. Já não tenho mais paciência pra ler/comentar posts de outros blogs, não tenho vontade de compartilhar quase nada no meu facebook (que só não excluo de vez porque é o único meio de contato que tenho com algumas pessoas) e muito menos comentar publicações alheias... até mesmo o instagram, que achei que adoraria ter, já vejo como algo totalmente sem graça. Admito que muito desse distanciamento também tem a ver com uma introversão que irremediavelmente cresceu dentro de mim nos últimos anos... Então, definitivamente, cansei. CANSEI.

Vou ficar de vez aqui quieta no meu canto, usando meu tempo com coisas que realmente fazem a diferença em minha vida e prezando pela minha privacidade. Nunca achei que diria isso, mas meu tempo de redes sociais vai chegando ao fim. A começar por esse blog.

Então, pra marcar meu último post, uma música que traduz muito do que sinto (e que praticamente virou meu lema...):

Eu não vou falar de amor
E nem vou falar do tempo
Eu não vou dizer nada
Além do que estou dizendo
Eu não vou dizer
O que realmente penso
Até mesmo porque
Não tenho nada a dizer
Eu não vou dizer
O que realmente sinto
Até mesmo porque
Não é o que eu quero fazer
Eu não vou falar de culpa
E nem de arrependimento
Mas só do que eu digo agora
E aqui neste momento
Eu não vou falar
de novo o que eu falei
Eu não vou falar
De mim nem de ninguém
Eu não vou falar
De coisas que eu não sei
E nem vou falar
Do que eu conheço bem
Eu não vou contar uma história
E nem vou dar explicação
Eu não vou falar de flores
E nem da televisão
Eu não vou falar de nada
Eu não vou falar de nada
E isso é só o que basta
Pra fazer esta canção

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

I'm having a crush²...

... on ABBA!

No final de 2002 (esse ano foi um dos que mais conheci bandas, filmes, etc, haha!), bem no finalzinho mesmo, estava eu entediada, zapeando pelos canais da tv, quando coloquei na RedeVida (o mesmo canal onde vi Jacques Tati pela primeira vez) e estava passando um especial com clipes de um grupo que eu não me lembrava de ter visto antes (exceto por uma música dançante que tocava em várias festas de família...). Vi algumas músicas e pensei: "nossa, o som deles é meio estranho, e cafona, grudento e... gostei! Será que eles são atuais? Serão ingleses ou americanos?" Enfim, achei eles tão diferentes que acabei me interessando. Era o ABBA. Como esse especial foi repetido pelo menos umas 5 vezes ao dia durante o fim de dezembro e início de janeiro de 2003, tive chance de mostrá-lo para os meus pais e perguntar se eles conheciam e/ou gostavam. Ambos tanto não gostavam quanto estranharam o fato de eu me interessar e riram por eu achar que era uma banda atual. Como nessa época estávamos de mudança, pouco tempo depois deixei esse assunto pra lá. Desde então, só me ligava na música Dancing Queen, pois, como já admiti antes, sempre tive uma queda pela discoteca. Mas ficava só nisso mesmo.

Até que outro dia, do nada, me deu uma vontade doida de ver clipes no estilo de "YMCA", "I will survive", etc, e claro que nos vídeos recomendados estava o do ABBA. Resolvi assistir e, na seqüência, tive curiosidade de ver mais do canal oficial deles. Aí, entre tantos vídeos, me deparei com "Super Trouper" e instantaneamente voltei ao tempo, lá em 2002, quando vi esse clipe pela primeira vez. Foi inevitável, senti todo meu interesse por eles ressurgir com força.

   
Diz se essa música não é a coisa mais fofa e breguinha e chiclete?

Daí pra frente foi só amor. Vi todos os clipes desse canal e muitos outros, baixei a discografia deles, assisti a documentários e curti cada vez mais. Adoro o fato de eles terem começado de um jeito beirando ao Glam e terminaram meio New Wave, super diferente. Me encanto com as roupas de Anni-Frid e Agnetha, os cortes de cabelo, as vozes potentes. As melodias de suas músicas são sempre muito marcantes, me despertam sentimentos muito legais.
Enfim, difícil explicar.

Coincidentemente, esse meu interesse por eles surgiu justo quando estava também me interessando por países diferentes e suas línguas. Então, se eu já estava a fim de aprender sueco pelo simples fato de achar legal, depois de conhecer o ABBA mais à fundo (pra quem não sabe, eles sao suecos) tenho certeza de que essa será minha próxima língua (depois do russo, claro)!

 
Quero o estilo deles!


Essas fotos são mais do início/meio da carreira deles. Olha como ficaram diferentes depois:


Uma das minhas músicas favoritas:
 

E essa que foi regravada pelo também sueco Yngwie Malmsteen e tem a frase de teclado mais conhecida por ter sido usada pela Madonna:

 

E esse vídeo que é o último vídeo do canal deles, super fofo e que utiliza nomes e trechos de várias músicas nos diálogos:

 
 Enfim, tem sido muito legal ouvir os discos deles e conhecer sua história. Pra quem não conhecia, recomendo. Vale a pena.
 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Mixtape nº 8: Currently listening



(Download AQUI)

Olha, ta difícil upar essa mixtape. Não consigo colocar direito o player do 8tracks aqui (se não conseguir clique AQUI), o próprio 8tracks está lendo minhas músicas errado (coloquei a faixa 3 "Baby now that I've found you" do grupo The Foundations e a merda porcaria do site reconhece como "Only you", wtf. Não consegui nem à pau mudar pra música certa), o 4Shared invocou que meu arquivo com as músicas pra download está com vírus, MAS NÃO ESTÁ) e meu texto do Blogger tá todo desconfigurado. Não está sendo fácil.

Além disso, mudei de sistema operacional (Ububntu, Linux) e estou com muita dificuldade com programas de edição de imagem (saudades do Photoshop), o Gimp é horrível e até pra fazer essa capinha mequetrefe foi um Deus nos acuda (hoje tô cheia das expressões véias antigas), mesmo assim, espero que gostem.

 

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Minha nova "descoberta", a língua russa.

Nem sei dizer com exatidão quando aconteceu. Só sei que de uns tempos pra cá me interessei muito por países como Finlândia, Suécia, Rússia, etc. Aí me deu uma vontade enorme de aprender as respectivas línguas desses países. E a que chamou minha atenção, em primeiro lugar, foi a língua russa.

Eu sempre tive certa tendência a ser auto-didata. Aprendi inglês praticamente sozinha (afinal não considero as eternas aulinhas de "verb to be" da escola como algo que tenha me ensinado muito...) e hoje em dia posso dizer que tenho um bom nível, de intermediário a avançado. Então a idéia de aprender um nova língua, totalmente diferente do inglês, não só não me assustou como também me deixou muito animada!

Sempre digo pro meu marido e pra quem mais quiser ouvir: eu amo a internet! Eu sei que é uma coisa meio babaca, mas ainda assim não canso de me encantar com a facilidade de encontrar coisas online. Só usa mal a internet quem é besta ou não sabe mesmo as maravilhas que ela nos "oferece". Digo isso porque, assim que decidi que russo seria minha próxima língua, embarquei na tarefa de encontrar livros/vídeos/textos/etc que me ajudassem e a quantidade de torrents e vídeos maravilhosos que achei foi incrível.

Então, comecei a estudar. Meu primeiro desafio foi entender/decorar o alfabeto cirílico. E, como doidice perfeccionismo é algo sempre presente em mim, resolvi que também me seria útil aprender o alfabeto russo em forma cursiva, onde algumas letras são totalmente diferentes de sua versão impressa.

Essa musiquinha tem sido extremamente útil!



Meu caderno de caligrafia russa. Mais uma das maravilhas que encontrei nas internês e que vem me ajudando muito
(se quiser, pode baixá-lo AQUI)

Os livros que mais venho usando são "Basic Russian" (John Murray and Sarah Smyth), "Breve Manual de Língua Russa" (Nina Potapova), "Russian For Dummies" (mais pela parte de áudio/conversação, porque não gosto muito do fato de usarem transliteração ao invés de aplicar o alfabeto cirílico, coisa que acaba confundindo um pouco) e "Teach Yourself Beginner Russian Grammar".

Dos vídeos que encontrei, os mais canais mais legais são: Antonia Romaker (que ensina tanto russo quanto inglês), Easy Russian (de uma menina meio doidinha, mas super engraçada!), Russian World Lesson (bem mais didático, por isso o que mais tenho assistido, apesar de pular algumas partes por achar meio repetitivas ou um pouco devagar), Fun Russian (tem lições bem rápidas e objetivas, bom pra relembrar tópicos) e RussianPod101 (também bem dinâmico). Todos esses canais são em inglês porque sinceramente não encontrei muita coisa em português que ensinasse russo de um jeito que segurasse minha atenção. Mas até tem material brasileiro, como o canal RussoEmPortuguês.


 
Um dos vídeos da Antonina Romaker, pra vocês verem que legal

Como o aprendizado é sempre melhor quando foca várias áreas relacionadas, também tenho pesquisado bastante sobre a cultura e história russa, além do pratos típicos e coisas do tipo. Ando muito a fim de aprender a fazer "Борщ" (Borsch, sopa de beterraba, prato tradicional). E quem sabe até bordar algumas "matryoshkas" (ou, mais longe ainda, talvez tatuar uma pequenina...)
 матрешкаc (matryoshka)

Também planejo assistir filmes sobre Anna Karerina (ou ler o livro também) e Anastácia (fiquei curiosa sobre ambas as histórias, haha!)

E, pra terminar, um dos livros que pretendo ler sobre o assunto é "Os Russos". Imagino que seja bom.


 Ao longo do meu progresso vou postando mais coisas russas para quem se interessar. Espero que tenham curtido (eu tô adorando tudo relacionado!).

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Ai, que raiva!

Fiquei horas fazendo um post legal sobre os filmes que assisti, as músicas que ouvi recentemente e as coisas legais que tenho aprendido e, sei lá como, o post inteiro apagou sem mais nem menos e o rascunho foi salvo em branco. Resultado: desisti do post e larguei pra lá.

Só pra não ficar sem nada, aí vai o clipe que faria parte do post. Tenho ouvido muito ABBA e era um dos temas que eu estava falando quando o texto sumiu. AFF!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Feliz 2015

2014 foi um ano muito difícil. Mas 2015 será muito melhor. 

Apesar de ter passado  maior parte do ano com o blog fechado, prometo a mim mesma (e aos poucos leitores que ainda se dão ao trabalho de vir aqui) que postarei com mais freqüência. 
Sempre que possível haverá algum conteúdo novo.

Espero que 2015 seja um ótimo ano para todos nós.

E uma musiquinha linda pra animar ;)

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