segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Jerry Lewis e seu trabalho incrível

Um assunto que adoro, e tenho certeza de que muita gente também ama é cinema. Curto muito filmes atuais e vira e mexe assisto coisas novas ao lado do meu marido lindo. Mas os filmes antigos ainda são os que mais me agradam. Como muita coisa do que eu gosto não é tão conhecida do pessoal, resolvi escrever um pouco sobre isso no blog. Acho que o que é legal sempre tem que ser compartilhado com o maior número de pessoas possível, não é mesmo? =)

Então vamos lá:

Primeiramente, tenho de dizer: uma das coisas que mais amo na vida é dar risada e, além disso, meu gênero favorito, definitivamente, é o humor. Tanto para seriados, quanto para cinema e para tantas outras coisas na vida. Até para ouvir música prefiro mil vezes algo alegre do que qualquer coisa que me deixe para baixo.

Então, não por acaso, um dos meus atores/diretores favoritos é o Jerry Lewis. Comecei a assistir seus filmes quando ainda era pequena; minha mãe já gostava muito dele e costumava assistí-lo nos sábados à tarde, quando normalmente ele aparecia no Canal 21 ou na Rede TV!. Logo que comecei a ver seu trabalho, tive a impressão de que Jerry fizesse um humor forçado demais para o meu gosto. Mas depois, com o tempo, fui curtindo cada vez mais seus filmes, até chegar o ponto de admitir que estava me tornando fã.

Ele atuou e dirigiu inúmeros filmes desde os anos 40. Seu estilo é predominantemente o humor pastelão, e várias situações nos enredos de suas obras beiram ao humor nonsense e surreal.

Minha pequena (e incompleta!) coleção de dvd's do Jerry
A maioria dos filmes de Jerry Lewis traz histórias leves e até meio clichês em determinado ponto. Muitos de seus personagens são pobres injustiçados e bem atrapalhados, que ao longo da história descobrem sua "cara metade" e percebem que são muito mais fortes do que imaginavam. 

A grande marca registrada de Lewis são seus trejeitos desengonçados e caretas doidas. Jim Carrey sem dúvida alguma deve ter assistido muito o Jerry antes de ficar famoso.

Uma "amostra" de seus trejeitos:
 Adoro esse vídeo

Lewis, em seus primeiros anos, teve carreira de sucesso ao lado do ator Dean Martin mas, sinceramente, prefiro seu trabalho solo. Acho que ele teve mais abertura para suas interpretações, sem contar que seus filmes ficaram muito melhores a partir do momento em que o próprio passou a dirigí-los.


Jerry nos anos 60

Meus filmes preferidos são The Geisha BoyThe BellboyCinderfellaThe Ladies Man (que foi o primeiro filme dele que vi e adorei logo de cara) e The Nutty Professor (mais conhecido como "O Professor Aloprado". Pois é, o filme original é do Jerry Lewis, e não de Eddie Murphy, como muitos pensam!)

Como eu disse no início do post, adoro dar risada. Acho que a vida sem bom humor é algo desolador. Apesar de eu muitas vezes aparentar ser uma pessoa "séria", "reservada" e/ou "mau-humorada", a verdade é que eu adoro uma graça. Por esses e outras, acho Jerry Lewis um grande e talentoso cineasta. Morro de rir com seus filmes, e sei que, se depender de mim, até meus filhos irão assistí-los.
Não agüentei e fiz um GIF do Professor Aloprado!


sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Vivendo e aprendendo a desapegar

Sempre fui uma pessoa meio propensa a acumular coisas, talvez pelo fato de eu ser um pouco apegada a lembranças e avessa a mudanças drásticas. Minha mãe constantemente me criticava por ter esse tipo de hábito, pois sempre teve um jeito meio minimalista de ser: nunca gostou de casas cheias de "badulaques" e móveis em excesso, etc. O mesmo, para ela, se aplicava às roupas: logo mandava embora as que não serviam ou que ficavam algum tempo sem uso. Esse era um motivo de constantes discussões entre nós: ela sempre me coagindo a doar algumas peças e eu sempre muito relutante.

Então, quando me casei, pensei: "que bom, agora posso ter todas as coisa que eu quero sem minha mãe encher a paciência por isso!". Mas com o tempo percebi o quanto esse hábito de acumular coisas (principalmente roupas) estava me atrapalhando: em nosso guarda roupas quase já não cabia mais nada e 90% de tudo o que tinha lá dentro era meu. O pior é que nem sou uma pessoa "compradora doida". Raramente compro roupas e sapatos, a maioria do que tenho ganhei da minha mãe ou de minha avó. O que acontece mesmo é que, como não engordei muito nesses anos todos, tenho peças de roupas de até 12 anos atrás! Então acabou que tudo foi se acumulando ao longo do tempo =(

Que bagunça
Até que, por volta do começo desse ano, através do blog da Thaís, conheci um outro ótimo blog que fala bastante sobre minimalismo, o "The Busy Woman e the Stripy Cat". Lendo os textos da Rita, vendo toda a sua "evolução" como minimalista e toda sua alegria em se livrar de coisas que (para ela) já não tinham muito valor, pude perceber que no fundo eu sentia falta da tranquilidade que a visão "menos é mais" traz. Percebi que realmente parece ser muito legal a idéia de que, se tivermos menos coisas, teremos menos preocupações (com limpeza, manutenção, arrumação em geral) e poderemos nos focar no que nos faz bem.

Logo quis aplicar isso à minha vida. Mas tenho de admitir, não é nada fácil. Ainda sinto muita dificuldade de me desapegar de roupas que me lembram determinados momentos (sou do tipo de pessoa que vê uma calça jeans e pensa "ah, foi com ela que eu fui ao show do Paul McCartney, não posso deixá-la!" - meio doentio, eu sei) e coisas do tipo.

Só que agora é definitivo: quero me livrar de pelo menos 25% das roupas que tenho no meu guarda roupa. Comecei por deixar de lado algumas que sei que não estão mais caindo tão bem em mim, e coloquei em uma sacola bem perto de onde me arrumo quando vou sair, assim nunca me esqueço de que aquelas roupas estão destinadas à doação. E percebi que comigo tem que ser meio que tratamento de choque: outro dia tocaram a campainha pedindo doações de roupas; não pensei duas vezes e corri para pegar a sacola que já estava separada, sem nem me dar tempo de titubear (e vou fazer assim sempre!).

Tenho ainda muito o que mandar embora. Pretendo comprar roupas novas só quando eu já tiver me livrado das antigas (um certo estímulo "de mim para eu mesma" para ver se assim termino isso logo, hehe!). Quero também me livrar de cadernos antigos, revistas e outras coisas que já não me são tão importantes. Imaginar que terei apenas as coisas que realmente significam alguma coisa para mim me traz uma tranqüilidade muito boa, não vejo a hora de concretizar plenamente isso!

E eu sei que vou conseguir =)

Ah, o título desse post foi totalmente inspirado (óbvio) nessa música muito legal que a Elis canta:

                             

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O que tenho feito nesses últimos tempos

O casal mais lindo do mundo!
Ando sumida porque a faculdade está puxada, tive milhares de provas complicadas e muita coisa para estudar. Também, meu marido e eu estamos com alguns planos muito legais e precisamos nos dedicar a eles. Nesse meio tempo em que sumi do blog, fiz algumas coisas bobas, nada de mais:

Fiz um cartão de aniversário pra minha mãe (na foto ele ainda não está finalizado)
Li um pouco (menos do que gostaria)

Bamboleei,como sempre.

Fui à Expo Music com meu marido lindo, vimos muita coisa legal e achei um stand com instrumentos para canhotos!

Fiz muitas coisas mais, mas depois vou postando algumas fotos (elas não estão nesse computador que estou usando).

Ah!

Dia 27 de setembro Nelson e eu completamos 3 anos juntos, contando o tempo de namoro e tudo mais. Cada dia que passa tenho mais certeza de que tenho o homem certo em minha vida. Nunca alguém dividiu tantos momentos comigo quanto o meu marido, ele sempre está ao meu lado, aturando meus momentos de chata, cuidando de mim quando preciso, sendo uma pessoa maravilhosa. Nunca amei tanto alguém como o amo, e esse sentimento se solidifica dia-a-dia. =)

Enfim, por hoje é isso, pessoal!




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