segunda-feira, 30 de maio de 2011

Agora sou uma "Hooper"!


Há um tempo atrás vi umas fotos de um pessoal bamboleando e comecei a considerar a idéia de comprar um bambolê e voltar a "rebolar", já que, quando eu era mais nova,  já fazia isso. Só que eu, bobinha que sou, tinha vergonha de pedir ao meu marido para ele comprar o brinquedo, com medo dele me achar muito criançona.

Até que um dia, passando com ele em frente de uma dessas lojinhas de R$1,99 e vendo uns bambolês pendurados, perdi a vergonha e chutei o balde: falei que queria um bambolê. Fora a tiração de sarro do meu marido lindo que não perdoa uma (haha), consegui o que tanto queria: meu bambolê azul lindo para aprender alguns exercícios. Mas o que eu não sabia, e só fui descobrir depois, é que existe um tamanho certo de bambolê para adultos e, portanto, o meu bambolê de criança não me ajudaria em nada, pois nem equilibrá-lo na cintura eu conseguiria.O problema é que o diâmetro ideal para mim não se acha fácil, principalmente pelo Brasil não ser um país onde o bambolê "adulto" é algo comum. Fiquei sem saber o que fazer.

Aí entrou em ação a inteligência do meu maridão, que teve uma idéia ótima: comprar outro bambolê tamanho criança, desmontar os dois e uni-los num só, conseguindo assim o diâmetro certo para o meu tamanho! Amei a proposta, e logo a colocamos em prática. Consegui então o bambolê que eu tanto queria!!!!

Desde então, pesquisei bastante na internet acerca do assunto "bambolê", e descobri que, em vários países, o movimento "Hula Hoop" é muito forte e animado! Achei também  um blog brasileiro incrível e super entusiasta do movimento, curti tanto esse blog que até adicionei aos meus favoritos!
Sem contar que encontrei um monte de vídeos que ensinam muita coisa boa sobre o Hula Hoop, como esse:



Agora, pelo menos meia hora por dia, me exercito com meu "bamboblue" lindo, e aprendo mais e mais exercícios e macetes ótimos! Logo mais pretendo fazer um vídeo meu mostrando o que já aprendi ;)

Ah, e esse é um vídeo que adorei, tem duas coisas que amo: bambolê e Paul McCartney tocando ao fundo!



Ao contrário da opinião que ainda reina aqui no Brasil, o bambolê NÃO é só coisa de criança. Existem milhares de exercícios bons para se fazer com ele, sem contar que bambolear é também uma "terapia"  ótima!

E, como diz o Blog Bam!Bam!Bam! : "Viva la bambolución!"

 É isso aí!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Amor tem idade?


Tenho visto muitas discussões à respeito das várias formas de amor, e o preconceito que muita gente ainda tem sobre isso, como por exemplo em relação à união homoafetiva. Mas uma coisa que acho muito engraçada é que (quase) ninguém fala do preconceito que as pessoas ainda têm com um outro tipo de casal que existe, e que nem é tão raro de se ver por aí: pessoas de idades muito diferentes juntas. Penso muito nisso, pois esse é o meu caso, afinal, meu marido é 22 anos mais velho que eu, e vira e mexe somos alvo de comentários e perguntas idiotas ridículas do tipo: "ela é sua filha?"

Não entendo como, em pleno século 21, ainda existam pessoas que acham estranho alguém amar outrem  mais velho  ou  mais novo. Quando comecei a namorar com o Nelson, meio mundo me olhou feio, até os meus pais chegaram a dizer que eu "não tinha vergonha na cara" de ficar com ele; mas aí, com o tempo, eles foram vendo que era muito melhor eu estar com alguém vivido e maduro o suficiente para me dar valor e me respeitar, do que namorar um moleque qualquer da mesma faixa etária que eu, mas que só tem merda na cabeça.

A sociedade em si, pelo que eu vejo, nunca deixou de ser hipócrita e hiper-conservadora em situações "diferentes" como essas. E, quer saber? Que se dane. Encaro e sempre encarei de frente e com toda a minha força esse tipo de coisa, pois se eu fosse me importar com opiniões toscas como essa de que: "é feio ficar com gente mais velha", hoje eu não estaria feliz e realizada com meu marido incrível que me trata super bem, me faz muito feliz, e que eu amo infinitamente.

O que me alegra é ver que não somos os únicos: fiquei sabendo outro dia que uma amiga minha está namorando um cara 25 anos mais velho que ela, e que eles estão muito felizes. Apóio os dois com todo o meu coração, pois, para mim, amor não tem idade. Grande exemplo disso é Charlie Chaplin: com 80 anos se casou com uma mulher de 50, e amou-a intensamente até morrer.

Se "qualquer maneira de amor vale a pena", amemos, simplesmente. Sem barreiras (físicas/mentais) nem medos, sem vergonhas (infundadas) nem temores.

O amor, se verdadeiro, só nos traz alegria.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Essa sou eu...

Quando sou obrigada a atender a campainha:
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 Quando penso: "aham, sei!":
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Quando alguém me irrita:
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 Quando fico embasbacada:
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 Quando acordo: 
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Quando de repente toca Beatles no rádio:
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Quando tenho ataque de riso:
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Quando sinto ciúmes! (essa é a mais parecida!): 
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(Desenhos tirados de histórias do site da Turma da Mônica )
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