quarta-feira, 26 de maio de 2010

Três anos de "blogagem"

Lembro bem de como foi: depois de fuçar no blog de uma amiga, me animei e resolvi criar meu próprio, pois aquele "Criar um blog" era tentador demais. Fui numa lanhouse, me matei pra conseguir montar tudo, mas gostei do resultado. Assim nasceu o Nowhere Girl, com posts tosquinhos, dado o fato de que eu só entrava na internet uma vez por semana e escrevia besteiras na correira, com medo do tempo da lan se esgotar de repente.

Acredito que minhas postagens melhoraram, sempre refletindo de um jeito ou de outro as idas e vindas da minha vida. Nesses três anos vivi muitas coisas, aprendi bastante e sinto que amadureci um pouco. Mas nunca deixei de ser Isabela M. Lennon, "garota de lugar nenhum", beatlemaníaca apaixonada por música e pela vida.

O blog também passou por visuais diferentes: foi do layout padrão verde escuro com bolinhas laranjas, azuis e verde claro, ao template em tons pastéis e decorado com desenhos de guitarrinhas Les Paul e Explorer, até ficar definitivamente assim: encapado de jeans. E assim permanecerá, pois é desse jeito que eu gosto: despojado e com o meu jeito. Nunca antes esse blog teve tanto a minha cara quanto atualmente.

Pretendo comemorar muitos e muitos anos ecrevendo aqui. Mesmo que o tempo passe e as coisas mudem, sei que não abandonarei esse espaço, pois criei um carinho muito grande por ele. Foi por aqui que conheci muita gente legal, desenvolvi algumas opiniões e expressei idéias. Tudo bem que ultimamente até ando meio sumida, postando vez ou outra, mas acho pausas assim saudáveis até, pois quando volto a postar, volto com muito mais ânimo.

Enfim, só quero registrar aqui o quanto estou contente com mais um ano de Nowhere Girl, e dizer que muitos e muitos outros virão =)

terça-feira, 18 de maio de 2010

A resposta mais linda que eu poderia receber.

O post anterior foi escrito a partir de uma mensagem que mandei para o meu namorado. De tanto que gostei do que escrevi, resolvi colocar aqui. Agora transcrevo a reposta que meu amor me mandou:

"Transitórios foram em todos esses anos meu envolvimentos, até o dia em que a conheci, verdadeiramente a descobri, e senti que nosso amor é sincero, permanente, imutável e, como dinastias, digno de eternamente ser lembrado."

Lindo.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

"All things must pass" (except one)

Tudo é transitório: a dor de cabeça, a conta atrasada, a dor, a vontade de fugir, a tristeza, as alegrias, as vontades, os desejos, os prazeres, as desigualdades, os desacertos, as músicas, o trabalho, os estudos, as conquistas, os livros, os filmes, as viagens, as manhãs, as chuvas, as sensações, as fases da lua, as noites, as tragédias, as celebrações, as opiniões, as modas...

a vida.

O que não é transitório é o amor. Esse, se verdadeiro, permanece, e vai muito além de todas as fronteiras que aparentemente nos barram.

E nos leva muito a frente de qualquer coisa temporal.

Digo isso porque sinto, amo, e sei que é meu amor é real, e nunca passará.

Sou obrigada a discordar do George Harrison: nem todas as coisas devem passar.



Nelson, te amo infinitamente.
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