sábado, 27 de junho de 2009

Em tempo

Nunca gostei de Michael Jackson. Tanto porque suas músicas e dancinhas nunca me interessaram, quanto porque ele "comprou" (diga-se: enganou o Paul pra poder conseguir) os direitos dos Beatles e vetou um monte de coisa relacionada a eles, só por saber que, mesmo a banda tendo acabado há anos, ainda era uma concorrente perigosa.
Enfim, fato é que de alguns anos pra cá o astro Pop tinha caído vertiginosamente de sua posição de ídolo, e mesmo os que no passado haviam dançado loucamente embalados por ele já não tinham mais tanto orgulho disso, tinham vergonha até. Michael virou uma piada, todos tiravam uma com a cara dele.
Aí, de repente, ele morre. E, como todo mundo que é famoso quando morre vira quase um "santo", não foi diferente nesse caso. Grades de programação de todos os canais de TV foram drasticamente alteradas de última hora só para encaixar os trocentos especiais em sua homenagem. Jornalistas "emocionados" narraram fatos de sua vida procurando ressaltar o lado bom, fazendo parecer que todos aqueles escândalos envolvendo sua vida fossem apenas meros detalhes; é, os mesmos jornalistas que em anos anteriores haviam feito questão de enfatizar os podres de Michael.
Ok, ele teve sua importância, principalmente nos anos 80, muita gente ainda era fã dele até hoje, e morte é sempre fato que causa comoção... é aceitável uma reação mundial a esse fato. Só não concordo com isso de transformarem o cara num "santo"! Pra mim isso beira à falsidade, embalismo.

E... pra quem não viu, Farrah Fawcett também morreu nesta quinta feira. Ela pra mim é tão ou mais importante que Michael Jackson. Que ela também descanse em paz.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Parabéns Paul!!



Hoje, dia 18 de junho, Sir James Paul McCartney (ou o "velho Macca" para os mais chegados), completa 67 anos. Como já foi dito em anos anteriores, ele conseguiu passar pelos supra-citados 64 anos, e muito melhor do que planejou na canção "When I'm sixty four", o que é de deixar qualquer fã muito feliz, diga-se de passagem.

O baixista dos Beatles, autor de algumas das mais belas canções de amor do século 20 só não vai receber minhas completas congratulações por que ainda não veio ao Brasil depois que me tornei beatlemaníaca, mas pode ficar tranquilo pois continuo nutrindo pelo garoto (já nem tão moço assim) um amor puro,sincero e eterno (Yeah,it's real love).

Enfim, que ele consiga se recuperar do baque econômico que sofreu recentemente e que todas as tolas canções de amor de Paul possam nos alegrar por mais muitos anos.


Because "the love you take is equal to the love you make."


(e depois de amanhã, quem sopra as velinhas sou eu, hehe... Aiai, por causa de dois dias eu perdi a chance de nascer no mesmo dia que o Paul...)

sábado, 13 de junho de 2009

Declare guerra

Outro dia eu estava vendo a foto de uma amiga minha no Fotolog dela, e pensei: "nossa, ela é tão bonita, como pode se deixar sofrer tanto por causa daquele besta?!". De repente aquele sofrimento todo dela não parecia me fazer sentido. Daí, logo depois, percebi que eu havia pensado igualzinho do jeito que algumas pessoas já falaram comigo: "você é tão bonita, não entendo como pode ficar tão mal por causa daquele cara! Na verdade, você nem deve ficar assim." Quando ouvia algo desse tipo, eu achava que era só um discurso clichê que sempre tentam usar pra nos consolar. Mas só quando apliquei isso à minha amiga, vi o quanto está certo.
Somos nós que sofremos pelos outros, que criamos tudo isso. Claro que é difícil controlar os sentimentos, mas nem por isso devemos permitir que nos façam mal gratuitamente. Devemos também levar em consideração o nosso valor, nossas idéias e opiniões.
Sei lá, tenho achado isso de ficar chateada porque o cara não ligou ou porque preferiu sair com os amigos do que ficar do nosso lado uma burrice. É, afinal, se o cara é tão insensível assim e ainda tá cagando e andando pro que a gente sente, pra quê perdermos tempo nos chateando? Pra quê tentarmos arranjar algum motivo pra ele ter feito isso, tentar nos convencer de que ele nos ama, sendo que está claro que não é verdade??

O melhor mesmo é "declarar guerra". Não no sentido de discutir e fazer o maior banzé, mas simplesmente não deixar barato. Ficar numa boa e não depender deles pra nos sentirmos bem. Acho isso a coisa mais inteligente a se fazer.

"Chega de passar a mão na cabeça de quem te sacaneia."

Nossos sentimentos são importantes demais pra deixarmos na mão de qualquer babaca.

domingo, 7 de junho de 2009

Incrível

Essa é a palavra que melhor define como foi o show da banda Beatles 4Ever que eu assisti dia 05/06 (sexta feira) no Teatro Clara Nunes em Diadema (ABC, região metropolitana de São Paulo).
Os caras são simplesmente ótimos.
Mostram imagens dos Beatles projetadas num telão atrás do palco, reconstituindo toda a trajetória deles. Tocam músicas de todas as fases, e se vestem de acordo com cada uma. As roupas, os trejeitos e brincadeiras são idênticos, e principalmente: o som. Eles reproduzem de forma tão fiel as músicas dos Fab Four que é de arrepiar. Sem contar que os caras são super simpáticos e descontraídos.
Eu esperava ver um show legal, mas minhas expectativas foram superadas. Saí de lá estatelada, tal foi minha emoção. Eles são demais, e não me canso de dizer isso, mesmo parecendo rasgação de seda (mas não é). Fã de Beatles é sempre meio enjoadinho quando o assunto é banda cover; eu pelo menos sempre fui, nunca achei que nenhuma conseguisse de fato homenagear decentemente os quatro rapazes de Liverpool, mas depois que vi os Beatles 4 Ever posso dizer: eles sim merecem, e muito, meu respeito.

video

Vídeo que gravei (o som tá meio ruim, mas é que minha câmera é tosquinha, releve).

terça-feira, 2 de junho de 2009

De algumas coisas que odeio

Odeio gente falsa, gente que não sabe o que quer, gente mal comida, gente tosca e invejosa, gente mal resolvida. Odeio gente que se apega à manias absurdas para poder se esquecer de seus problemas ao invés de encará-los de frente. Odeio sanguessugas. Odeio gente que menospreza minha inteligência achando que com histórias absurdas conseguem me ludibriar...
E principalmente: odeio gente covarde.
Esse povinho que não tem coragem de falar na cara o que incomoda, que prefere fazer intrigas e falar mal pelas costas do que resolver logo tudo de uma vez. Odeio de verdade quem não tem a mínima coragem de fazer qualquer coisa pra melhorar a própria situação, que tem medo da reação dos outros e vive paralisado. Pior de tudo é essa gente que além de ser covarde e ter inveja de quem não é, ainda quer que as pessoas ao seu redor também sejam.
O que me consola é que pessoas desse tipo um dia acabam tendo de aprender, de um jeito ou de outro, como sua postura é ridícula. Só depois que quebram a cara é conseguem ver o papel de besta que faziam voluntáriamente.
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