sábado, 31 de janeiro de 2009

A day in my life

Ontem foi um dia legal. Conheci o lugar onde vou trabalhar e descobri que praticamente vou estreá-lo; sem contar que esse emprego é até melhor do que eu imaginava.
Tinha chovido muito durante a tarde,então na hora de ir embora o céu estava muito doido: de um lado nuvens escuras, e do outro nuvens bem cor de rosa contrastando com um pedaço do céu azul que começava a aparecer, a coisa mais linda.
O melhor foi quando olhei para trás pra poder atravessar a rua: dei de cara com um arco-íris simplesmente incrível no céu.

Perecia um sonho.
É em momentos como esse que vejo o quanto a vida vale a pena.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Como meio mundo por aí, eu também não consigo definir o que é liberdade. E vivo nessa vontade utópica de defini-la. É até divertido esse tipo de coisa, ajuda a passar o tempo nesses dias em que o ônibus e o metrô tem sido companheiros de horas a fio. Me senti bem esses dois últimos dias,com uma sensação que quase arrisco a dizer que era liberdade. Mas não digo com certeza que é porque tenho medo. Sei que foi algo bom o que senti.Porque estive num dos lugares que mais admiro aqui em São Paulo: o Viaduto Santa Efigênia. Lugar lindo,com uma vista muito legal, e onde carro não passa.Mais legal ainda foi quando começou a chover,e eu fiquei sozinha caminhando lá, só com meu guarda-chuva.


E o melhor de tudo foi saber que terei de ir lá todo os dias...



sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Modismo revival??

Acho engraçado o que vem acontecendo: de uns tempos pra cá a mídia vem desenterrando artistas que realmente foram legais mas que depois de anos de sua morte foram sendo esquecidos. E aí de repente, por causa de um especial de TV, ou uma biografia nova lançada à respeito, todo mundo passa a "adorar" esse artista de novo; ele volta à moda.
Foi assim com o Tim Maia,por causa do livro do Nelson Motta e do "Por toda a minha vida" da Globo. E agora a moda é a Maysa.
Tudo bem que ela era uma figura diferente,com muita coisa interessante,e cantava muito bem. Mas o que impressiona é que só por causa da minissérie meio mundo passou a se dizer fã, colocar fotos dela no orkut e fazer questão de colocar no MSN que está sempre ouvindo suas músicas. Não duvido nada que daqui algum tempo arranjem algum jeito de relançar algum outro artista falecido e de que essas mesmas pessoas que diziam "adorar" Maysa mudem rapidamente seu foco.

É realmente estranha essa coisa toda.

Selo


Obrigada Giovanna (http://no-meio-da-multidao.blogspot.com/), de verdade.
É muito legal saber que gostam daqui.
:)

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

"Agora é moda, tentar salvar a natureza.
Agora é moda, achar que tudo é uma pobreza"



Rita Lee escreveu essa música no final dos anos 70,e continua atualíssima. É,porque a moda do "politicamente correto" ta aí,mais forte do que nunca. Não é que eu condene boas ações relacionadas ao assunto,mas tem muita gente que só tem procurado auto-promoção sobre isso e seriedade que é bom,vai pro espaço.
Assuntos como aquecimento global,preservação do meio ambiente,etc., estão presentes há muito tempo,mas só agora resolveram dar um ar mais fashion a isso,inserindo o assunto no meio cult.

Acho que muito melhor do que falar,é dar o exemplo. Cuidar do planeta com certeza é dever de todos,mas nem por isso deve ser tranformado em produto comercial.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Desbunde


Adoro essa palavra. Um pouco estranha,é verdade,mas cheia de significado. Muito usada nos anos 70, essa gíria significa algo como alegria, loucura, colorido, descontração. E é disso que estou precisando. Nesses dias estranhos em que idéias fixas rondam nossa mente, não há nada como um desbunde. Ligar um som legal, por uma roupa colorida e sair dançando. Ou simplesmente ler um livro. Esquecer do namorado,relaxar os músculos e deixar de lado o que preocupa. Desanuviar.
Não há nada como sentir-se livre e bem consigo mesmo. Acreditar que há algo brilhante em nossa mente. Que podemos tudo.
Não há nada como agir espontâneamente,sem um pingo de preocupação com o "bom senso" e a ridícula noção do ridículo.

Vou desbundar por aí,nas curvas do meu pensamento.


quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Quem dera

Quem dera se eu tivesse a vivacidade intensa de Janis Joplin,a inteligência de Einstein,a genialidade descontraída do John Lennon... Quem dera se eu tivesse um pouco do que se destaca em cada pessoa do mundo. Mas daí eu já não seria mais eu,e sim um mosaico do que existe de melhor nesse mundo. E ainda assim seria um pouco eu também,afinal também faço parte disso tudo. Mas não sei o que seria parte de mim nesse todo. Afinal,nunca sabemos o que existe de melhor em nós mesmos.
Grande ironia essa: somos as pessoas que mais convivem consigo mesmas,e ainda assim somos a que menos nos conhecemos.

Quem dera se eu pudesse me conhecer melhor...

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Flexível

É muito legal ver o quanto o blog pode ser funcional. Vejo tantos diferentes,com diversos templates legais e textos fora do comum,bem a cara do dono. E até fico feliz de viver numa época onde temos chance desse espaço nosso chamado blog. Pois é inevitável lembrar daquela época em que grande parte do que se queria dizer era censurado e/ou tinha de passar por anáise prévia de pessoas estanhas antes de ser publicado. Isso já era. E graças a Deus!!!
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